SRZN
O Hand Talk Plugin é uma solução que oferece ferramentas de acessibilidade para websites. É um produto B2B2C, adotado por empresas que o integram aos seus sites, permitindo que usuários acessem essas ferramentas por meio de uma janela flutuante.
2024-2025
Lead Product Designer
Responsável por todo o processo, do discovery à entrega final de novas funcionalidades e melhorias no produto.
Colaboração em decisões estratégicas com PMs e Tech Leads.
Equilíbrio entre as necessidades de usuários, clientes, empresa e restrições técnicas.
Planejamento, refinamento, priorização e alocação de entregas no squad, seguindo as práticas do Scrum.
Essa funcionalidade torna o conteúdo do site acessível para pessoas surdas por meio de um avatar que traduz textos clicáveis em língua de sinais.
Como muitas pessoas surdas não dominam o português, o tradutor tem como objetivo promover autonomia e compreensão, oferecendo uma tradução clara para a língua de sinais.
São ferramentas de acessibilidade que os usuários podem utilizar conforme suas necessidades — desde ajustes simples, como tamanho da fonte e espaçamento entre linhas, até recursos mais avançados, como um dicionário de sinônimos e significados alimentado por inteligência artificial.
Pessoas que buscam ferramentas adicionais de acessibilidade para facilitar a navegação.
Empresas que desejam oferecer recursos complementares de acessibilidade em seus sites.
Quando começamos a atuar no produto, ele possuía apenas o tradutor de sites. Com as mudanças no mercado e o surgimento de novos concorrentes, surgiu a necessidade de ampliar o escopo, lançando novas ferramentas que contemplassem outras deficiências, o que deu origem aos recursos assistivos.
Durante esse processo, implementamos melhorias no tradutor e aprimoramentos visuais e de usabilidade, visando uma experiência mais fluida e acessível.
Na fase inicial dessa transformação, decidimos separar o tradutor e os recursos assistivos em entidades independentes por questões de prazo, esforço e limitações técnicas da arquitetura existente. Assim, havia duas janelas distintas, que não podiam funcionar de forma integrada.
A partir de pesquisas conduzidas pelo time de UX Research com pessoas da comunidade surda, descobrimos que a sinalização de uma palavra nem sempre é suficiente para a compreensão do significado. Muitas pessoas recorrem a sinônimos e explicações contextuais para entender melhor o conteúdo.
Com base nisso, criamos a funcionalidade de Sinônimos e Significados, que utiliza IA para identificar o contexto da palavra e retornar seu significado, sinônimos e exemplos de uso.
Durante o desenvolvimento dessa funcionalidade, encontramos dois problemas herdados da separação das janelas:
Assim, percebemos que, embora o recurso fosse útil, usuários surdos não conseguiam aproveitá-lo plenamente. Foi então que surgiu a ideia:
“Por que não permitir que as janelas funcionem simultaneamente e que o tradutor traduza todo o plugin?”
Esse insight marcou o início de uma repensada completa no comportamento do produto.
Por se tratar de uma mudança estrutural significativa, que exigia uma refatoração do produto, precisávamos trabalhar de forma otimizada. Primeiro, alinhamos a proposta com Engenharia, levantando dívidas técnicas e definindo fases de implementação para posterior aprovação e priorização pelo time de produto.
O primeiro desafio foi o fato de as janelas não poderem ser movidas. Essa limitação já havia sido identificada anteriormente, mas nunca priorizada. Como a refatoração seria ampla, decidimos implementar essa melhoria desde o início, trazendo ganhos imediatos de usabilidade — agora o usuário poderia reposicionar as janelas, evitando sobreposição com o conteúdo do site.
Com as janelas arrastáveis, pudemos projetar um novo comportamento que permitisse:
Antes tínhamos uma tela de configurações para cada janela. E o mesmo acontecia para as telas de erro e outros comportamentos já que elas não poderiam ser abertas de forma simultânea:
Para resolver essa questão, começamos a enxergar a janela dos recursos assistivos como a página inicial do plugin. Assim, centralizamos a ativação dos recursos assistivos, mensagens de erro e telas de configuração nessa janela, o que simplificou a arquitetura e aprimorou a consistência da experiência.
Além disso trouxemos o botão de ativação do tradutor para dentro da janela principal do plugin, mantendo um atalho no botão inicial que ativa o plugin para não mudar o comportamento de abertura desta ferramenta para os usuários.
Embora a nova estrutura seja bastante distinta da anterior, as mudanças foram implementadas de forma a não comprometer a usabilidade. Ao mesmo tempo, tornamos o produto mais escalável, permitindo que ambas as janelas sejam abertas simultaneamente e interajam entre si.
Com a atualização, revisamos todos os eventos do produto, alinhando-os à nova estrutura. Além de monitorar o impacto da mudança, buscamos entender como o comportamento dos usuários evoluiu com as janelas funcionando simultaneamente, coletando insights para melhorar a integração entre os recursos.
Durante o projeto, identificamos alguns elementos que poderiam ser ajustados para se adequar melhor à nova arquitetura. No entanto, por se tratarem de alterações mais disruptivas, optamos por adiá-las para etapas futuras, garantindo uma transição suave e minimizando o impacto para clientes e usuários.
A refatoração trouxe uma estrutura mais simples e de fácil manutenção, reduzindo a complexidade técnica e facilitando o trabalho da equipe de engenharia. A nova base também tornou o produto mais escalável, permitindo futuras atualizações sem comprometer sua estabilidade.
Do ponto de vista da acessibilidade, o plugin passou a ser totalmente traduzível para Libras, tornando a própria interface acessível para pessoas surdas e reforçando o propósito de inclusão do produto.
Por fim, aprendemos que diante de dívidas técnicas e restrições, o melhor caminho é evoluir de forma contínua, dividindo grandes ideias em pequenas entregas. Essa abordagem garantiu melhorias consistentes e sustentáveis, equilibrando ambição e pragmatismo no desenvolvimento do produto.
O Hand Talk Plugin é uma solução que oferece ferramentas de acessibilidade para websites. É um produto B2B2C, adotado por empresas que o integram aos seus sites, permitindo que usuários acessem essas ferramentas por meio de uma janela flutuante.
2024-2025
Lead Product Designer
Responsável por todo o processo, do discovery à entrega final de novas funcionalidades e melhorias no produto.
Colaboração em decisões estratégicas com PMs e Tech Leads.
Equilíbrio entre as necessidades de usuários, clientes, empresa e restrições técnicas.
Planejamento, refinamento, priorização e alocação de entregas no squad, seguindo as práticas do Scrum.
Essa funcionalidade torna o conteúdo do site acessível para pessoas surdas por meio de um avatar que traduz textos clicáveis em língua de sinais.
Como muitas pessoas surdas não dominam o português, o tradutor tem como objetivo promover autonomia e compreensão, oferecendo uma tradução clara para a língua de sinais.
São ferramentas de acessibilidade que os usuários podem utilizar conforme suas necessidades — desde ajustes simples, como tamanho da fonte e espaçamento entre linhas, até recursos mais avançados, como um dicionário de sinônimos e significados alimentado por inteligência artificial.
Pessoas que buscam ferramentas adicionais de acessibilidade para facilitar a navegação.
Empresas que desejam oferecer recursos complementares de acessibilidade em seus sites.
Quando começamos a atuar no produto, ele possuía apenas o tradutor de sites. Com as mudanças no mercado e o surgimento de novos concorrentes, surgiu a necessidade de ampliar o escopo, lançando novas ferramentas que contemplassem outras deficiências, o que deu origem aos recursos assistivos.
Durante esse processo, implementamos melhorias no tradutor e aprimoramentos visuais e de usabilidade, visando uma experiência mais fluida e acessível.
Na fase inicial dessa transformação, decidimos separar o tradutor e os recursos assistivos em entidades independentes por questões de prazo, esforço e limitações técnicas da arquitetura existente. Assim, havia duas janelas distintas, que não podiam funcionar de forma integrada.
A partir de pesquisas conduzidas pelo time de UX Research com pessoas da comunidade surda, descobrimos que a sinalização de uma palavra nem sempre é suficiente para a compreensão do significado. Muitas pessoas recorrem a sinônimos e explicações contextuais para entender melhor o conteúdo.
Com base nisso, criamos a funcionalidade de Sinônimos e Significados, que utiliza IA para identificar o contexto da palavra e retornar seu significado, sinônimos e exemplos de uso.
Durante o desenvolvimento dessa funcionalidade, encontramos dois problemas herdados da separação das janelas:
Assim, percebemos que, embora o recurso fosse útil, usuários surdos não conseguiam aproveitá-lo plenamente. Foi então que surgiu a ideia:
“Por que não permitir que as janelas funcionem simultaneamente e que o tradutor traduza todo o plugin?”
Esse insight marcou o início de uma repensada completa no comportamento do produto.
Por se tratar de uma mudança estrutural significativa, que exigia uma refatoração do produto, precisávamos trabalhar de forma otimizada. Primeiro, alinhamos a proposta com Engenharia, levantando dívidas técnicas e definindo fases de implementação para posterior aprovação e priorização pelo time de produto.
O primeiro desafio foi o fato de as janelas não poderem ser movidas. Essa limitação já havia sido identificada anteriormente, mas nunca priorizada. Como a refatoração seria ampla, decidimos implementar essa melhoria desde o início, trazendo ganhos imediatos de usabilidade — agora o usuário poderia reposicionar as janelas, evitando sobreposição com o conteúdo do site.
Com as janelas arrastáveis, pudemos projetar um novo comportamento que permitisse:
Antes tínhamos uma tela de configurações para cada janela. E o mesmo acontecia para as telas de erro e outros comportamentos já que elas não poderiam ser abertas de forma simultânea:
Para resolver essa questão, começamos a enxergar a janela dos recursos assistivos como a página inicial do plugin. Assim, centralizamos a ativação dos recursos assistivos, mensagens de erro e telas de configuração nessa janela, o que simplificou a arquitetura e aprimorou a consistência da experiência.
Além disso trouxemos o botão de ativação do tradutor para dentro da janela principal do plugin, mantendo um atalho no botão inicial que ativa o plugin para não mudar o comportamento de abertura desta ferramenta para os usuários.
Embora a nova estrutura seja bastante distinta da anterior, as mudanças foram implementadas de forma a não comprometer a usabilidade. Ao mesmo tempo, tornamos o produto mais escalável, permitindo que ambas as janelas sejam abertas simultaneamente e interajam entre si.
Com a atualização, revisamos todos os eventos do produto, alinhando-os à nova estrutura. Além de monitorar o impacto da mudança, buscamos entender como o comportamento dos usuários evoluiu com as janelas funcionando simultaneamente, coletando insights para melhorar a integração entre os recursos.
Durante o projeto, identificamos alguns elementos que poderiam ser ajustados para se adequar melhor à nova arquitetura. No entanto, por se tratarem de alterações mais disruptivas, optamos por adiá-las para etapas futuras, garantindo uma transição suave e minimizando o impacto para clientes e usuários.
A refatoração trouxe uma estrutura mais simples e de fácil manutenção, reduzindo a complexidade técnica e facilitando o trabalho da equipe de engenharia. A nova base também tornou o produto mais escalável, permitindo futuras atualizações sem comprometer sua estabilidade.
Do ponto de vista da acessibilidade, o plugin passou a ser totalmente traduzível para Libras, tornando a própria interface acessível para pessoas surdas e reforçando o propósito de inclusão do produto.
Por fim, aprendemos que diante de dívidas técnicas e restrições, o melhor caminho é evoluir de forma contínua, dividindo grandes ideias em pequenas entregas. Essa abordagem garantiu melhorias consistentes e sustentáveis, equilibrando ambição e pragmatismo no desenvolvimento do produto.
SRZN
SRZN
O Hand Talk Plugin é uma solução que oferece ferramentas de acessibilidade para websites. É um produto B2B2C, adotado por empresas que o integram aos seus sites, permitindo que usuários acessem essas ferramentas por meio de uma janela flutuante.
2024-2025
Lead Product Designer
Responsável por todo o processo, do discovery à entrega final de novas funcionalidades e melhorias no produto.
Colaboração em decisões estratégicas com PMs e Tech Leads.
Equilíbrio entre as necessidades de usuários, clientes, empresa e restrições técnicas.
Planejamento, refinamento, priorização e alocação de entregas no squad, seguindo as práticas do Scrum.
Essa funcionalidade torna o conteúdo do site acessível para pessoas surdas por meio de um avatar que traduz textos clicáveis em língua de sinais.
Como muitas pessoas surdas não dominam o português, o tradutor tem como objetivo promover autonomia e compreensão, oferecendo uma tradução clara para a língua de sinais.
São ferramentas de acessibilidade que os usuários podem utilizar conforme suas necessidades — desde ajustes simples, como tamanho da fonte e espaçamento entre linhas, até recursos mais avançados, como um dicionário de sinônimos e significados alimentado por inteligência artificial.
Pessoas que buscam ferramentas adicionais de acessibilidade para facilitar a navegação.
Empresas que desejam oferecer recursos complementares de acessibilidade em seus sites.
Quando começamos a atuar no produto, ele possuía apenas o tradutor de sites. Com as mudanças no mercado e o surgimento de novos concorrentes, surgiu a necessidade de ampliar o escopo, lançando novas ferramentas que contemplassem outras deficiências, o que deu origem aos recursos assistivos.
Durante esse processo, implementamos melhorias no tradutor e aprimoramentos visuais e de usabilidade, visando uma experiência mais fluida e acessível.
Na fase inicial dessa transformação, decidimos separar o tradutor e os recursos assistivos em entidades independentes por questões de prazo, esforço e limitações técnicas da arquitetura existente. Assim, havia duas janelas distintas, que não podiam funcionar de forma integrada.
A partir de pesquisas conduzidas pelo time de UX Research com pessoas da comunidade surda, descobrimos que a sinalização de uma palavra nem sempre é suficiente para a compreensão do significado. Muitas pessoas recorrem a sinônimos e explicações contextuais para entender melhor o conteúdo.
Com base nisso, criamos a funcionalidade de Sinônimos e Significados, que utiliza IA para identificar o contexto da palavra e retornar seu significado, sinônimos e exemplos de uso.
Durante o desenvolvimento dessa funcionalidade, encontramos dois problemas herdados da separação das janelas:
Assim, percebemos que, embora o recurso fosse útil, usuários surdos não conseguiam aproveitá-lo plenamente. Foi então que surgiu a ideia:
“Por que não permitir que as janelas funcionem simultaneamente e que o tradutor traduza todo o plugin?”
Esse insight marcou o início de uma repensada completa no comportamento do produto.
Por se tratar de uma mudança estrutural significativa, que exigia uma refatoração do produto, precisávamos trabalhar de forma otimizada. Primeiro, alinhamos a proposta com Engenharia, levantando dívidas técnicas e definindo fases de implementação para posterior aprovação e priorização pelo time de produto.
O primeiro desafio foi o fato de as janelas não poderem ser movidas. Essa limitação já havia sido identificada anteriormente, mas nunca priorizada. Como a refatoração seria ampla, decidimos implementar essa melhoria desde o início, trazendo ganhos imediatos de usabilidade — agora o usuário poderia reposicionar as janelas, evitando sobreposição com o conteúdo do site.
Com as janelas arrastáveis, pudemos projetar um novo comportamento que permitisse:
Antes tínhamos uma tela de configurações para cada janela. E o mesmo acontecia para as telas de erro e outros comportamentos já que elas não poderiam ser abertas de forma simultânea:
Para resolver essa questão, começamos a enxergar a janela dos recursos assistivos como a página inicial do plugin. Assim, centralizamos a ativação dos recursos assistivos, mensagens de erro e telas de configuração nessa janela, o que simplificou a arquitetura e aprimorou a consistência da experiência.
Além disso trouxemos o botão de ativação do tradutor para dentro da janela principal do plugin, mantendo um atalho no botão inicial que ativa o plugin para não mudar o comportamento de abertura desta ferramenta para os usuários.
Embora a nova estrutura seja bastante distinta da anterior, as mudanças foram implementadas de forma a não comprometer a usabilidade. Ao mesmo tempo, tornamos o produto mais escalável, permitindo que ambas as janelas sejam abertas simultaneamente e interajam entre si.
Com a atualização, revisamos todos os eventos do produto, alinhando-os à nova estrutura. Além de monitorar o impacto da mudança, buscamos entender como o comportamento dos usuários evoluiu com as janelas funcionando simultaneamente, coletando insights para melhorar a integração entre os recursos.
Durante o projeto, identificamos alguns elementos que poderiam ser ajustados para se adequar melhor à nova arquitetura. No entanto, por se tratarem de alterações mais disruptivas, optamos por adiá-las para etapas futuras, garantindo uma transição suave e minimizando o impacto para clientes e usuários.
A refatoração trouxe uma estrutura mais simples e de fácil manutenção, reduzindo a complexidade técnica e facilitando o trabalho da equipe de engenharia. A nova base também tornou o produto mais escalável, permitindo futuras atualizações sem comprometer sua estabilidade.
Do ponto de vista da acessibilidade, o plugin passou a ser totalmente traduzível para Libras, tornando a própria interface acessível para pessoas surdas e reforçando o propósito de inclusão do produto.
Por fim, aprendemos que diante de dívidas técnicas e restrições, o melhor caminho é evoluir de forma contínua, dividindo grandes ideias em pequenas entregas. Essa abordagem garantiu melhorias consistentes e sustentáveis, equilibrando ambição e pragmatismo no desenvolvimento do produto.